maio 10, 2018

Dia da Europa | 9 de maio


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O Dia da Europa, observado a 9 de Maio de cada ano, marca a apresentação da Declaração de Schuman, em 1950, que propunha a criação de uma Comunidade do Carvão e do Aço Europeia, precursora da atual União Europeia.

Qual a ideia desta comunidade?

A ideia da comunidade era que os membros fundadores – França, Alemanha, Itália, Holanda, Bélgica e Luxemburgo – unissem esforços e recursos inerentes ao comércio do carvão e do aço para criar um mercado comum ao serviço do seus interesses, ganhando assim direitos de importação e de exportação.
O objetivo, em grande parte puramente económico, foi traçado e defendido pelo ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman, de origem luxemburguesa, cinco anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Mas este projeto estava igualmente dotado de ambições políticas. A ideia era reunir os diferentes agentes económicos da França e da Alemanha para reduzir o risco de conflitos no futuro.
Na declaração lê-se: “A solidariedade de produção assim alcançada deixa claro que qualquer guerra entre a França e a Alemanha se torna não só impensável como também materialmente impossível.” 

O que aconteceu depois?

O tratado que rege a comunidade foi assinado em Paris em 1951 e entrou em vigor no ano seguinte.
O projeto inicial permitiu aprofundar a integração económica desses países e criar depois a Comunidade Económica Europeia, com a assinatura do Tratado de Roma em 1958.
O Acto Único Europeu de 1985 fixou o objectivo de criar um único mercado comum, enquanto o Tratado de Maastricht em 1992 viu o nascimento da União Europeia, em seguida, com 12 países, definindo o caminho para a atual União Económica e Monetária.

Quem comemora o Dia da Europa?

Um olhar rápido online nas principais instituições da União Europeia revela muitos artigos de fundo ou tweets no Dia da Europa.
O site dedicado para a Europa europeday.europa.eu anuncia atividades em todo o bloco, para comemorar. Quase metade dos festejos têm lugar na Bélgica, país sede da União Europeia.
Nesta fase do projeto, acentua-se a impressão de que a burocracia de Bruxelas é um complexa e incomprensível para a maioria dos cidadãos, numa altura em que o bloco enfrenta desafios colossais, em torno da migração, segurança e economia.
Num ano em que o Brexit está na agenda europeia depois de consumada a vontade expressa em referendo no Reino Unido; em que a França estremeceu, juntamente com outros países europeus, com a comoção de uma onda de populismo e de extrema-direita a radicalizar posições em eleições preponderantes para o futuro da UE, o certo é a invevitabilidade de um reformismo transversal à estrutura europeia.
Do pensamento de um homem nascido luxemburguês e consumado Homem de Estado em França, R. Schuman, até aos 28 países que embarcam hoje numa aventura coletiva, não se sabe como a história acaba e se acaba.

Dia da espiga ou Quinta-feira da espiga

«O Dia da espiga ou Quinta-feira da espiga é uma celebração portuguesa que ocorre no dia da Quinta-feira da Ascensão com um passeio matinal, em que se colhe espigas de vários cereais, flores campestres e raminhos de oliveira para formar um ramo, a que se chama de espiga. Segundo a tradição o ramo deve ser colocado por detrás da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte.
As várias plantas que compõem a espiga têm um valor simbólico profano e um valor religioso.
Crê-se que esta celebração tenha origem nas antigas tradições pagãs e esteja ligada à tradição dos Maios e das Maias.
O dia da espiga era também o "dia da hora" e considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que não se devia trabalhar. Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, o meio-dia, em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam". Era nessa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas medicinais. Em dias de trovoadas queimava-se um pouco da espiga no fogo da lareira para afastar os raios.
A simbologia por detrás das plantas que formam o ramo de espiga:
Espiga – pão;
Malmequer – ouro e prata;
Papoila – amor e vida;
Oliveira – azeite e paz; luz;
Videira – vinho e alegria;
Alecrim – saúde e força.»

maio 06, 2018

Em honra de todas as mães...

A mãe
é uma árvore
e eu uma flor.
A mãe
tem olhos altos como estrelas.
Os seus cabelos brilham
como o sol.


A mãe
faz coisas mágicas:
transforma farinha e ovos
em bolos,
linhas em camisolas,
trabalho em dinheiro.
A mãe
tem mais força que o vento:
carrega sacos e sacos
do supermercado
e ainda me carrega a mim.
A mãe
quando canta
tem um pássaro na garganta.

A mãe
conhece o bem e o mal.
Diz que é bem partir pinhões
e partir copos é mal.
Eu acho tudo igual.

A mãe
sabe para onde vão
todos os autocarros,
descobre as histórias que contam
as letras dos livros.

A mãe
tem na barriga um ninho.
É lá que guarda
o meu irmãozinho.

A mãe
podia ser só minha.
Mas tenho de a emprestar
a tanta gente…

A mãe
à noite descasca batatas.
Eu desenho caras nelas
e a cara mais linda
é da minha mãe.

Luísa Ducla Soares

Dedicado às MÃES...

Abraça o teu filho todos os dias.
Independentemente do dia que tiveste, se estás triste, cansado, stressado, apressado ou irritado, abraça o teu filho. Antes de ele se deitar fecha os olhos e abraça-o por um longo período de tempo. Deixa que todas as tuas fortalezas se quebrem nesse abraço e sente a serenidade que esse momento traz ao teu dia. Parece magia!
A vida passa num sopro, os anos correm-nos entre os dedos e se há algo que nenhum de nós conhece é o dia de amanhã. É por tudo isto que te digo: abraça o teu filho todos os dias, com calma e com alma. Esse abraço ficará gravado no teu corpo até ao próximo e servirá de bateria sempre que as forças te faltarem!

maio 01, 2018

Poema dedicado à MÃE...


A mãe

é uma árvore
e eu uma flor.
A mãe
tem olhos altos como estrelas.
Os seus cabelos brilham
como o sol.

A mãe
faz coisas mágicas:
transforma farinha e ovos
em bolos,
linhas em camisolas,
trabalho em dinheiro.
A mãe
tem mais força que o vento:
carrega sacos e sacos
do supermercado
e ainda me carrega a mim.
A mãe
quando canta
tem um pássaro na garganta.
A mãe
conhece o bem e o mal.
Diz que é bem partir pinhões
e partir copos é mal.
Eu acho tudo igual.
A mãe
sabe para onde vão
todos os autocarros,
descobre as histórias que contam
as letras dos livros.
A mãe
tem na barriga um ninho.
É lá que guarda
o meu irmãozinho.
A mãe
podia ser só minha.
Mas tenho de a emprestar
a tanta gente…
A mãe
à noite descasca batatas.
Eu desenho caras nelas
e a cara mais linda
é da minha mãe.

Luísa Ducla Soares

abril 28, 2018

Dia Internacional do Sorriso

Sorriso, uma linguagem universal...

O Dia Internacional do Sorriso foi criado em 1963 por Harvey Ball, um artista de Worcester, Massachussets. Ball é o criador da imagem do "smiley" reconhecido internacionalmente



"Sorriso audível das folhas
Não és mais que a brisa ali
Se eu te olho e tu me olhas,
Quem primeiro é que sorri?
O primeiro a sorrir ri.
Ri e olha de repente
Para fins de não olhar
Para onde nas folhas sente
O som do vento a passar
Tudo é vento e disfarçar.
Mas o olhar, de estar olhando
Onde não olha, voltou
E estamos os dois falando
O que se não conversou
Isto acaba ou começou?"

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

abril 25, 2018

Agradecimento sincero...


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Os nossos sinceros agradecimentos, caros leitores....

25 de abril....

Um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen para recordar todos os anos.
Viva a poesia, viva o 25 de Abril.

abril 24, 2018

Apontamentos da Festa do Agrupamento

Foi uma alegria a união de escolas do Agrupamento de Escolas de Anadia no passado dia 20 de abril. A Biblioteca Escolar esteve presente com uma barraquinha muito bonita e muito animada por e com alunos da parte de tarde... Parabéns por mais um aniversário....

















Casa José Saramago

saramago
A Galeria do Pelourinho, em Óbidos é, a partir de agora, a Casa José Saramago, numa parceria entre a Fundação do Nobel da Literatura e a Óbidos Cidade Criativa da Literatura da UNESCO.
A Casa José Saramago passa a ser, segundo Celeste Afonso, diretora executiva de Óbidos Cidade Criativa, “um espaço multifuncional e multicultural”, com uma programação própria, integrando ações promovidas pela Fundação José Saramago e outras da Óbidos Vila Literária.
Por ali vão passar “exposições, lançamentos de livros, filmes, espetáculos, ‘workshops'”, quer integrados na programação dos festivais literários Folio e Latitudes, quer “ao longo de todo o ano”, concretizando o objetivo deste espaço como “mostra do que se faz em termos literários em Portugal”, explicou Celeste Afonso.
O espaço “multifuncional e multicultural” vai contar com “uma biblioteca/sala de leitura, com toda a obra de Saramago em todas as línguas, e outros livros de outros autores”, revelou.
Dotada de um auditório, uma galeria e de um espaço sede da Cidade Criativa da Literatura, a Casa José Saramago obrigou a algumas obras de adaptação da até aqui Galeria do Pelourinho, num investimento de “dez mil euros, suportados pela Câmara de Óbidos”, parceira do projeto.