maio 17, 2015

Fernando Pessoa

Fernando Pessoa
Livro do Desassossego

Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.

A cultura tem o seu peso....

Este é um dos livros do arquivo secreto do Vaticano. Rarissimas pessoas tem acesso a essa preciosidade.
O Arquivo secreto do Vaticano é mundialmente conhecido não só pela sua antiguidade, mas também pelo tipo e quantidade de seus documentos (alguns remontam o século VIII D.C.) mas também à riqueza de alguns deles.
O conjunto de documentos que preserva o arquivo do Vaticano é de extraordinária importância para a reconstrução da história política, religiosa, social, e também de cidades, países, continentes.

De entre os inúmeros livros do arquivo secreto, temos esse da imagem de couro vermelho e a 'tampa' de madeira que contém valiosas informações sobre Finanças, propriedade, administração das casas da "Burguesia" e seus numerosos feudos. O volume, que, nos inventários do Vaticano possui o número do arquivo 8590 possui 40 centímetros e pesa mais de 60 kg.
É tão grande e pesado, que necessita duas pessoas para carregá-lo até o armazenamento subterrâneo de arquivos de segredo do Vaticano para estudá-lo.
Isso comprova que aquela expressão que a cultura tem o seu peso não é apenas um eufemismo, mas
também uma realidade!

maio 15, 2015

Hora de Educação Ambiental....

O nosso lixo é da nossa responsabilidade!
Fique por dentro do tempo necessário para alguns de nossos resíduos diários alcançarem a total degradação.

Um livro que é uma jóia...


Este livro parece mais uma jóia...todo de prata, cobre e ouro...criado em França, provavelmente em meados do século XVII.... Não é lindo?

Queria ali morar...


"'E na biblioteca eu percebi a imensidão do mundo.
Tinha tudo ao meu alcance, todas as idéias, as histórias, as aventuras, as mentiras, o passado e o futuro, o amor e o ódio, o perigo e o crime, mas muita felicidade a cada palavra impressa nas páginas de cada livro. 
E esse mundo me fascinou.
Queria ali morar..."

De Rabindranath Tagore...


De Rabindranath Tagore, poeta e romancista indiano...

"Um livro aberto é um cérebro que fala; fechado, um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora..."

Dia Mundial da Família



O primeiro Dia Mundial da Família foi celebrado em 1994.
O 15 de maio foi a data escolhida pela Assembleia Geral da ONU para celebrar este dia.
Porque a família é importante para o crescimento dos cidadãos, não podemos esquecer o seu relevo na base da educação infantil.

Feliz dia a todas as famílias!

VirgíniaWoolf, uma das autoras das Metas Curriculares de Português...


"Cada um tem o seu passado fechado em si, tal como um livro que se conhece de cor, livro de que os amigos apenas levam o título."

  VirgíniaWoolf

maio 13, 2015

Hélia Correia vence Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco...

Hélia Correia vence Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco
O prémio, no valor de 7.500 euros, destina-se a premiar obras em português ou países africanos de expressão portuguesa.
A escritora Hélia Correia venceu a 23.ª edição do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, no valor de 7500 euros, com a obra Vinte Degraus e Outros Contos, foi esta segunda-feira anunciado.
Instituído em 1991, ao abrigo de um protocolo entre a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Associação Portuguesa de Escritores (APE), o Grande Prémio do Conto destina-se a galardoar uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de um país africano de expressão portuguesa.
Esta 23.ª edição destinava-se a obras editadas em 2014.
Nascida em Lisboa, em 1949, Hélia Correia licenciou-se em Filologia Românica, foi professora de Português do Ensino Secundário, tendo também feito um curso de Pós-Graduação em Teatro Clássico.
Apesar do seu gosto pela poesia, é como ficcionista que é reconhecida como uma das revelações da novelística portuguesa da geração de 80.

O cheiro dos livros


"Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem. (…) Gosto do barulho das paginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: (…) a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio. Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.”

(Martha Medeiros)