dezembro 01, 2014
XIX Prémio Escolar Prof. Doutor Manuel Rodrigues Lapa
XIX Prémio Escolar Prof. Doutor Manuel Rodrigues Lapa
Anadia > Cineteatro Anadia
A cerimónia de entrega do Prémio Escolar Professor Doutor Rodrigues Lapa, promovido pela Câmara Municipal de Anadia, está marcada para as 16h30 do próximo dia 17 de dezembro, e decorrerá no Cineteatro Anadia, tendo como ponto alto a revelação dos nomes dos alunos das escolas do concelho com melhor aproveitamento no ano letivo 2013-2014.
Esta 19ª edição mantém o regulamento aprovado em 2013, que aumentou o número de galardões a atribuir aos alunos que concluíram, no passado ano letivo, os 2º e 3º ciclos do ensino básico e o ensino secundário nas escolas do concelho. Assim, o Prémio vai distinguir três alunos por escola e por ciclo de ensino (1º prémio e duas menções honrosas), premiando seis alunos da Escola Básica N.º 2 de Vilarinho do Bairro (2.º e 3.º ciclos), nove alunos da Escola Básica e Secundária de Anadia (2.º e 3.º ciclos e secundário), seis alunos do Colégio Salesiano S. João Bosco de Mogofores (2.º e 3.º ciclos), e nove alunos do Colégio de Nossa Senhora da Assunção – Famalicão (2.º e 3.º ciclos e secundário).
Criado em 1996, pela Comissão das Comemorações do Centenário do Nascimento do Professor Doutor Manuel Rodrigues Lapa, o Prémio Escolar Professor Doutor Rodrigues Lapa destina-se a homenagear o filólogo anadiense e a distinguir os alunos com melhor aproveitamento escolar no final dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário das escolas de Anadia.
Nesta edição, será ainda evocado José Luciano de Castro, estadista a autarquia vem homenageando neste ano em que passam 100 anos sobre a data da sua morte. Recorde-se que a família do conselheiro teve um papel preponderante na educação de Manuel Rodrigues Lapa, a quem reconheceu invulgares capacidades e apoiando, por isso, os seus estudos e a sua ida para a Casa Pia de Lisboa. Sobrinho de um funcionário do Palacete Seabras de Castro, Lapa tornou-se, desde tenra idade, visita assídua da casa do estadista, assim nascendo uma forte relação de amizade com a sua família, que perdurou até à morte das duas filhas de José Luciano. Rodrigues Lapa pôde, assim, contactar com um ambiente cultural a que, de outra forma, dificilmente teria acesso, bem como frequentar a biblioteca do estadista, onde terá tido origem o seu particular fascínio pelos livros, que o levou, em 1920, no início da carreira profissional, a ocupar o cargo de sub-bibliotecário na Biblioteca Nacional de Lisboa.
Salvé o dia 30 de novembro...
Talvez devêssemos declarar o dia 30 de novembro, o Dia Fernando Pessoa!
Senão vejamos:
O aniversários da morte de Fernando Pessoa - 79 anos;
O aniversário da inauguração da Casa Fernando Pessoa - 21 anos;
O aniversário da publicação de «Mensagem» - 80 anos.
Senão vejamos:
O aniversários da morte de Fernando Pessoa - 79 anos;
O aniversário da inauguração da Casa Fernando Pessoa - 21 anos;
O aniversário da publicação de «Mensagem» - 80 anos.
"Nevoeiro" de Fernando Pessoa
NOS 80 ANOS DE PUBLICAÇÃO DA "MENSAGEM", DE FERNANDO PESSOA
NEVOEIRO
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer –
Brilho sem luz e sem arder,
Como o que o fogo-fátuo encerra.
NEVOEIRO
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer –
Brilho sem luz e sem arder,
Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer,
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a hora!
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a hora!
1º de Dezembro de 1640 - DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA
1º de Dezembro de 1640 - DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA
A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outras motivos de natureza vária
que não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da
Independência de Portugal. Sem um sucessor directo, a coroa passou para
Filipe II de Espanha. Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de
Leiria, em 1580, prometeu zelar pelos interesses do País, respeitando as
leis, os usos e os costumes nacionais. Com o passar do tempo, essas
promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram
perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em
relação a Espanha. Esta situação leva a que se organize um movimento
conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes
elementos do clero e da nobreza. A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40
fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de
Mântua, representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel
de Vasconcelos e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei
de Portugal. Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal.
A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o País. Restava,
agora, defender as fronteiras de Portugal de uma provável retaliação
espanhola. Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16
aos 60 anos e fundidas novas peças de artilharia.
Ranking das Escolas 2014: as melhores e as piores do país
- Quer ver o resultado final e geral do Ranking das Escolas 2014? Pode ver por:
- 4º ano
- 6º ano
- 9º ano
- 11º/12º anos
- escolhendo o Distrito e o Concelho em:
- http://sicnoticias.sapo.pt/Infografias/2014-11-29-Ranking-das-Escolas-2014-as-melhores-e-as-piores-do-pais
- querendo, pode fazer as combinações apenas por distritos....
- 6º Ano
- 1º Colégio Nossa Senhora da Assunção-
- Ranking Geral- 5
- 2º Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro
Ranking Geral- 535 - 3º Escola Básica e Secundária de Anadia-
Ranking Geral- 245 - 4º Colégio dos Salesianos de Mogofores
Ranking Geral- 561 - 9º Ano
- 1º Colégio Nossa Senhora da Assunção-
- Ranking Geral- 40
- 2º Escola Básica e Secundária de Anadia-
Ranking Geral- 350 - 3º Colégio dos Salesianos de Mogofores
Ranking Geral- 368 - 4º Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro
Ranking Geral-679
História do Azulejo em Portuga
História do Azulejo em Portugal- para uma aula de História ou de Educação Visual...
![]() | |
| No
ano de 1498 o rei de Portugal D. Manuel I viaja a Espanha e fica
deslumbrado com a exuberância dos interiores mouriscos, com a sua
proliferação cromática nos revestimentos parietais complexos. É com o
seu desejo de edificar a sua residência à semelhança dos edifícios
visitados em Saragoça, Toledo e Sevilha que o azulejo hispano-mourisco
faz a sua primeira aparição em Portugal. O Palácio Nacional de Sintra,
que serviu de residência ao rei, é um dos melhores e mais originais
exemplos desse azulejo inicial ainda importado de oficinas de Sevilha em
1503 (que até então já forneciam outras regiões, como o sul de Itália). Com a Restauração da Independência em 1640 a nobreza ganha novo ímpeto no território nacional e encomenda-se a construção de diversos edifícios palacianos para a sua residência que vão exigir um grande número de azulejos para revestir superfícies em interiores e jardins. Vão-se destacar as composições polícromas (amarelo, azul e também apontamentos em verde e castanho) de tradição holandesa. Cenas de caça, idílicas, e cenas sobre a temática holandesa dos cinco sentidos onde vários personagens à mesa fazem referência indirecta aos diferentes sentidos (música para a audição, bebidas e alimentos para o paladar, os toques que trocam entre si para o tacto etc). Também na segunda metade do século XVII aparecem as famosas composições de macacaria em tons predominantemente amarelos e azuis, representando macacos em trajes e actividades humanas de grande sentido irónico e satírico, como que numa caricatura moral dos reais protagonistas que imitam costumes sem os compreender. Esta temática teve a sua primeira aparição já no século XV, mas só recebe impulso no século XVII pela mão do pintor flamengo David Teniers, e estende-se pelos séculos XVIII e XIX. A partir dos finais do século XVII importam-se também dos Países Baixos ciclos em azul e branco influenciados pela cerâmica chinesa, nos mesmos tons, que chegou à Europa pelos caminhos marítimos e que agradou bastante, não só aos holandeses, que iniciaram uma produção própria de azulejo azul e branco, mas também aos portugueses. Mas a preferência na Holanda pelo trabalho em miniatura (enkele tegels) não corresponde ao gosto português pela monumentalidade e assim passam-se a efectuar encomendas específicas às oficinas holandesas de painéis que se adaptem perfeitamente aos enquadramentos arquitectónicos em Portugal. Os temas centram-se agora em cenas religiosas, cortesãs e militares. Desta altura são também os painéis de figura avulsa, com cenas independentes, e que vão ser aplicados sobretudo em cozinhas e sacristias de igrejas e conventos (como as típicas representações de alimentos pendurados - caça ou peixe). | |
500 anos da Torre de Belém, Património Mundial da UNESCO desde 1983....
Durante o ano de 2015, irão ser
desenvolvidas um conjunto de iniciativas para comemorar
os 500 anos da Torre de Belém. Património Mundial da UNESCO desde 1983, o
Monumento é hoje símbolo da cidade de Lisboa e de Portugal, atraindo, ano após
ano, milhares de turistas.
As comemorações tiveram início com a inauguração da exposição “A magnífica e formosa torre”, patente em painéis no exterior, a contar a história do monumento e da zona envolvente.
As comemorações tiveram início com a inauguração da exposição “A magnífica e formosa torre”, patente em painéis no exterior, a contar a história do monumento e da zona envolvente.
No dia 04 de dezembro, será lançado um álbum
sobre a Torre de Belém, com a autoria de José Manuel García, iniciando-se também
o ciclo de “Conversas sobre a Torre de Belém”, que continuam até
junho.
De abril a junho de 2015 haverá uma exposição de pinturas, gravuras e ‘memorabilia’ sobre o monumento, na sala do antigo refeitório do Mosteiro dos Jerónimos.
Entre maio a julho realizam-se concertos no interior da Torre, que em junho também decorrem no exterior, no âmbito das “Festas da Cidade”. Também nesse mês, os CTT lançam uma coleção de selos alusivos à celebração.
As comemorações encerram em outubro, com o congresso internacional “Sphera Mundi — Arte e cultura no tempo dos Descobrimentos”, que decorre entre os dias 13 e 15.
Estas comemorações contam com a colaboração de entidades como a Câmara de Lisboa, o Centro Cultural de Belém, o Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Fonte: Diário Digital/LUSA
De abril a junho de 2015 haverá uma exposição de pinturas, gravuras e ‘memorabilia’ sobre o monumento, na sala do antigo refeitório do Mosteiro dos Jerónimos.
Entre maio a julho realizam-se concertos no interior da Torre, que em junho também decorrem no exterior, no âmbito das “Festas da Cidade”. Também nesse mês, os CTT lançam uma coleção de selos alusivos à celebração.
As comemorações encerram em outubro, com o congresso internacional “Sphera Mundi — Arte e cultura no tempo dos Descobrimentos”, que decorre entre os dias 13 e 15.
Estas comemorações contam com a colaboração de entidades como a Câmara de Lisboa, o Centro Cultural de Belém, o Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Fonte: Diário Digital/LUSA
Subscrever:
Mensagens (Atom)






