janeiro 31, 2015

Adverbs of frequency....

Países lusófonos querem “viciar” as crianças em literatura


Durante uma semana, autores de diferentes origens repensam a literatura infanto-juvenil escrita em português. Angola, Moçambique, Cabo Verde e Brasil vão estar em S. Pedro do Estoril.
O 1.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia cruza imaginários de várias geografias Nuno Ferreira Santos
De 2 a 7 de Fevereiro, a Fundação O Século (S. Pedro do Estoril) acolhe escritores, ilustradores, editores e contadores de histórias de vários países falantes de língua portuguesa. É o 1.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia, comissariado por José Fanha, para quem “a literatura infanto-juvenil está de boa saúde”. “No entanto”, diz o escritor ao PÚBLICO, “há ainda muito quem olhe para esta literatura como distracção ou como um instrumento subsidiário das metas educativas”.
Por isso defende que é preciso “trabalhar no sentido de fazer entender que a literatura seja ela qual for é um meio indispensável para que cada um se relacione melhor com o outro e consigo próprio, e, no caso das crianças ou dos jovens, que cresçam como pessoas, como cidadãos e como seres humanos mais inteiros e mais felizes”. Há que lhes incutir o “vício” da literatura.Nos três primeiros dias, os escritores António Torrado, Margarida Fonseca Santos, Isabel Minhós Martins, David Machado, Carla Maia de Almeida e os ilustradores André Letria, Danuta Wojciechowska e Catarina Sobral vão visitar escolas do concelho de Cascais e também algumas de áreas limítrofes.
Para José Fanha, “é fundamental insistir no desenvolvimento dos hábitos de leitura, que tem sido significativo, mas continua a necessitar de muitíssimo empenho institucional e trabalho na escola, junto da família e nos media”.
O também arquitecto realça o “excelente trabalho da Rede de Bibliotecas Escolares na promoção do livro e da leitura”, mas neste encontro quer centrar-se na literatura. “É necessário insistir na dignificação da literatura  infanto-juvenil enquanto literatura maior. É preciso pensar nas formas de ultrapassar a pequena dimensão do mercado português e na dificuldade na profissionalização dos escritores”, diz. E deseja enriquecer a literatura em português com “os imaginários de outros países”, porque, entende, “estamos a privar as crianças de universos maravilhosos”.
Circulação de escritores
Presentes nos debates de dia 6, os de carácter mais internacional, vão estar Ondjaki (Angola), Ana Maria Machado (Brasil), Carmelinda Gonçalves (Cabo Verde), Maurício Leite (Brasil), Luís Carlos Patraquim (Moçambique), Adelice Souza (Brasil), Margarida Botelho (Portugal) e Ziraldo (Brasil), nos painéis intitulados "Da tradição oral à escrita de autor na África lusófona” (11h) e “A literatura infanto-juvenil brasileira como lugar de cruzamento de culturas diversas” (14h30). Um dia que começa com a comunicação de Marta Martins, “A leitura na formação dos professores” (10h), qualquer que seja a sua geografia.
Sobre “Edição, circulação, divulgação e mercado na literatura infanto-juvenil da lusofonia” (16h45) falarão Isabel Minhós Martins, José Oliveira e Pedro Reisinho.
O comissário quer ajudar a impulsionar a relação entre as editoras e os escritores dos vários países. E explica, por email, a escolha dos convidados: “Este é um 1.º encontro. Não pudemos nem devíamos convidar todos os escritores que gostaríamos de ter connosco, quer portugueses, quer dos outros países da lusofonia. Procurámos pessoas com prestígio e com experiência sólida que nos permitam estabelecer o arranque para um diálogo consistente e a aposta na procura de condições que permitam a circulação dos escritores, das práticas de relação dos escritores com escolas e bibliotecas e da circulação dos imaginários que constituem a extraordinária riqueza da literatura infanto-juvenil na língua portuguesa.”
E os apoios? “Não foi fácil encontrar os apoios necessários, mas conseguimos ter um painel de escritores e ilustradores que representam gerações diferentes e que constituem garantia de qualidade.”
Pedimos a José Fanha uma reflexão sobre o peso da ilustração nos actuais livros para crianças, com narrativas cada vez mais curtas ou mesmo ausentes. “Essa é uma das questões a discutir muito seriamente e sem qualquer espécie de preconceitos. Não podemos fugir de questionarmos a relação entre escrita-ilustração-narração.”
Crianças põem adultos a ler
Sobre a divulgação de livros para o segmento da infância e juventude, o poeta diz que “faz muita falta um espaço mediático dedicado a esta literatura”. Lembra que neste campo só existe a revista Malasartes. “E é muito grave, tanto quanto sei, não haver espaços sobre literatura infanto-juvenil nos jornais nem na televisão.”
Central em tudo isto é o papel da família na promoção da leitura e na abordagem da literatura, em que o escritor acredita poder também funcionar em sentido inverso, ser a criança a promover a leitura junto do adulto: “Esta é uma discussão fundamental. Como tornar a família cúmplice do processo de educação e crescimento dos meninos? Como fazer com que a literatura para crianças e jovens possa tornar-se um processo inverso àquele que seria suposto, e possa contribuir para levar o encanto e a magia da leitura da criança aos adultos?” Uma reviravolta inesperada e feliz. “A família na educação para a leitura e para a cidadania” será discutida por Fernando Pinto do Amaral, Isabel Alçada e Teresa Calçada, todos ligados ao Plano Nacional de Leitura, no dia 5, às 11h.

"Um Livro" de Dionísio Vieira



Um livro

Cada pessoa é um livro!
Nele, espontaneamente,
todas as palavras se vão escrevendo.
Dele o ser do escritor vai jorrando.
A sua alma, se for pura como a Neve,
Esteja de chuva ou brilhe o Sol,
Sem nada dizer,
tudo diz e tudo escreve!


(Dionísio Vieira)

Aprender a estudar em quatro etapas

Um artigo recomendado pela Rede de Bibliotecas Escolares...O testemunho do Educador Fábio Ribeiro Mendes que desenvolveu um método para que alunos desenvolvam autonomia no aprendizado com um testemunho pessoal....

Eu não gostava de estudar, como a esmagadora maioria dos estudantes. O estudo era sempre chato, tomava o tempo do meu lazer e nunca acabava. Anos depois, descobri o que estava errado: eu não sabia estudar e nem notava, que era preciso ter preparação, método e um horário definido. Sem isso, estudar era algo que não funcionava e eu não percebia resultados.
Mas, por que eu não tinha aprendido a estudar? Ora, porque ninguém havia me ensinado como fazer! Geralmente, não temos uma única aula com esse objetivo específico durante toda a educação básica. O resultado é que os alunos acabam esse nível de instrução com baixa autonomia no aprendizado.

Formas de Estudarc

Tendo percebido essa carência, passei a trabalhar com o tema. Meu principal objetivo é instruir os alunos sobre um método em 4 etapas, que forma um ciclo de estudo. É muito simples e intuitivo. Aprenda:

Etapa 1: Leitura panorâmica
Formas de AprenderAntes de se atirar no texto, tentando tudo entender, respire fundo e procure ter uma idéia geral do que tem diante de si. Isso pode ser feito com uma leitura rápida, superficial, panorâmica, que lê apenas o início e o final de cada parágrafo. Seu o objetivo é apenas reconhecer o texto, qual é seu tema, como se desenvolve, se parece fácil, difícil, longo ou breve.
É quase uma etapa preliminar ao estudo, que cria uma expectativa sobre o aprendizado que virá.

Etapa 2: Marcação e sublinhado
formas de aprenderTendo uma noção geral, leia o texto com calma, como está acostumado, com o objetivo de destacar o que parece ser o mais importante ou o que desperta especial interesse. Esse destaque merece ser feito em dois momentos.
Em primeiro lugar, marque os trechos que parecem ser os mais importantes com um colchete na margem do texto. Nesse primeiro momento, evite sublinhar enquanto lê, porque isso geralmente resulta em um sublinhado excessivo, com frases ou até mesmo parágrafos inteiros marcados. Se esse trecho é importante, uma marcação simples ao lado do texto servirá para o destaque. Faça isso com todo o texto.
Após a marcação dos trechos, volte diretamente a cada um deles e sublinhe suas palavras-chave. Podem ser algumas palavras por trecho. O objetivo é facilitar a identificação do que trata o trecho destacado. Proceda dessa forma com todos os trechos, até o final do texto.

Etapa 3: Anotações
Formas de EstudarCom base no que foi marcado e sublinhado, faça anotações livres em uma folha a parte, de próprio punho. Pode ser na forma de esquema, mapa conceitual, linha de tempo, tabela, contendo desenhos, cores ou o que julgar útil para registrar o que destacou no texto.
Geralmente, é nesta etapa que perceberá que está aprendendo, pois o que faz é, do seu próprio modo, estabelecer relações entre os conceitos do texto. Assim, estará criando algo que é seu com base no material de estudo.

Etapa 4: Exercícios
Após as anotações, é preciso saber o quanto aprendemos, o que é alcançado com exercícios. Eles podem ser de vários tipos, desde a resposta às questões prontas trazidas pelo livro didático até a atividade de refazer anotações sem consulta ou ensinar o conteúdo para um colega.
Os exercícios revelam o que precisa ser reforçado no aprendizado. Isso é força motriz para iniciar um novo ciclo de estudo: leia, marque, sublinhe e complete as anotações com o que faltou ou precisava de maior detalhamento.

janeiro 30, 2015

Livro muito pretendido pelos nossos alunos...

Vista aérea da Lagoa Comprida na Serra de Estrela...e a forte presença de granito...



Uma vista e uma visita para o início de uma magnífica aula de Ciências...e de Geografia...

ANÚNCIO DA SAMSUNG FILMADO NO NOSSO VELÓDROMO...

https://www.youtube.com/watch?x-yt-ts=1422579428&v=0W9iEW6xo38&x-yt-cl=85114404#t=90

Vejam o excelente filme rodado, em parte, em Sangalhos....

Parabéns!

Excelente atividade na Biblioteca Municipal de Anadia...

A Língua Portuguesa...


O português é atualmente a quarta língua mais falada no mundo, segundo dados apresentados na exposição Potencial Económico da Língua Portuguesa em exibição no Parlamento Europeu. Esta exposição, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e de uma equipa de investigadores do ISCTE/IUL – Instituto Universitário de Lisboa, tem como missão rentabilizar e projetar o valor de mercado da língua portuguesa através do Parlamento Europeu, em Bruxelas. A exposição, que tem em conta os conteúdos do estudo realizado por investigadores do ISCTE, sob a coordenação de Luís Reto, está patente de 18 a 21 de fevereiro. A língua portuguesa atingiu a sua plena identidade linguística no início dos Descobrimentos, no século XV, e hoje é usada por mais de 250 milhões de pessoas como idioma oficial. Este universo de falantes representa mais de 7% da superfície continental da Terra. São oito os países de língua oficial portuguesa, Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, todos eles países plantados à beira-mar e que representam 4% da riqueza mundial. Tudo indica que em 2050, mais 100 milhões de pessoas se vão juntar ao número de falantes de português. 350 milhões vão manter a língua portuguesa no topo de idiomas mundiais, a terceira mais falada na Europa, depois do inglês e do espanhol. O português é ainda uma das línguas que regista uma das taxas de crescimento mais elevadas nas redes sociais e na aprendizagem como língua estrangeira.

janeiro 29, 2015

Lídia Jorge vence Prémio Literário Vergílio Ferreira...




Lídia Jorge vence Prémio Literário Vergílio Ferreira

A escritora Lídia Jorge, cuja é obra é publicada Dom Quixote, acaba de ser anunciada vencedora do Prémio Literário Vergílio Ferreira, instituído pela Universidade de Évora. A autora de "Os Memoráveis" foi o nome eleito pelo júri daquele galardão, presidido por António Sáez Delgado e que integra, entre outros, Eduardo Lourenço e Fernando Pinto do Amaral.
Instituído em 1997, pela Universidade e Évora, o Prémio Vergílio Ferreira destina-se a premiar, anualmente, o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante no âmbito na narrativa ou do ensaio.
Lídia Jorge nasceu em 1946, no Algarve. Já foi distinguida com alguns dos mais importantes prémio literários, nacionais e estrangeiros: Prémio Dom Dinis; Prémio PEN Clube; Prémio Máxima de Literatura; Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa; Prémio Correntes d’ Escritas; Grande Prémio de Romance de Novela da APE; Prémio Jean Monet de Literatura Europeia; Prémio Charles Bisset; Prémio Albatros, da Fundação Günter Grass.
Em 2013 foi classificada pela prestigiada revista francesa Le Magazine Littéraire como uma das “10 grandes vozes da literatura estrangeira” e no final de 2014 foi agraciada com o Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura.
Parabéns, Lídia Jorge!
 

Uma igreja visigótica em Lamego...


Há lugares assim, mágicos e históricos como este no Vale do Varosa, em Lamego...
A Capela de São Pedro de Balsemão é de origem visigótica e daí, a sua importância e valor...
Existem muito poucas em Portugal....São raros os casos tão repletos de História...

What do you do in your free time?

Outro belíssimo poema de Miguel Torga....

MIGUEL TORGA, in DIÁRIO I (Ed. do Autor, Coimbra, 1943); in DIÁRIO I-IV (Dom Quixote, 2010)

SANTO E SENHA

Deixem passar quem vai na sua estrada
Deixem passar
Quem vai cheio de noite e de luar.
Deixem passar e não lhe digam nada.
Deixem, que vai apenas
Beber água de Sonho a qualquer fonte;
Ou colher açucenas
A um jardim que ele lá sabe, ali defronte.
Vem da terra de todos, onde mora
E onde volta depois de amanhecer
Deixem-no pois passar, agora
Que vai cheio de noite e solidão.
Que vai
Uma estrela no chão

«Mar Me Quer» de Mia Couto, um dos livros muito pretendido na BE....


Mia Couto

Em «Mar Me Quer»

Pois lhe digo, minha Dona. É uma pena a senhora andar por aí fatigando seus olhos pelo mundo. Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga. Sabe o que se faz? Estende-se aí na areia, oblonga-se deitadinha, estica a alma na diagonal. Depois, fica assim, caladita, rentinha ao chão, até sentir a terra se enamorar de si. Digo-lhe, Dona: quando ficamos calados, igual a uma pedra, acabamos por escutar os sotaques da terra.

Poema de Miguel Torga


A cena é muda e breve:
Num lameiro,
Um cordeiro
A pastar ao de leve;
Embevecida,
A mãe ovelha deixa de remoer;
E a vida
Pára também, a ver.

Miguel Torga

Poema de Manuel Alegre


CARTA A SOPHIA
OU
O QUINTO POEMA DO PORTUGUÊS ERRANTE

Querida Sophia: como os índios do seu poema
também eu procurei o país sem mal.
Em dez anos de exílio o imaginei
como os índios utópicos também eu queria
um outro Portugal em Portugal.
Mas quando regressei eu não o vi
como eles me perdi e nunca achei
o país sem mal.
Talvez a própria vida seja isto
passar montanha e mar sem se dar conta
de que o único sentido é procurar.
Como os índios do seu poema eu não desisto
sou um português errante a caminhar
em busca do país que não se encontra.

Manuel Alegre

Poema de Miguel Torga...sobre a chuva...


CHUVA

Chove uma grossa chuva inesperada,
Que a tarde não pediu mas agradece.
Chove na rua, já de si molhada
Duma vida que é chuva e não parece.

Chove, grossa e constante,
Uma paz que há-de ser
Uma gota invisível e distante
Na janela, a escorrer...

Miguel Torga

Dois livros muito requeridos na nossa Biblioteca Escolar.....


Já leu estes títulos? Estão dosponíveis na BE...

Até onde chega a imaginação.....com um espetacular livro...

janeiro 28, 2015

Concursos e atividades, próximas futuras, na BE

Tal como temos vindo a noticiar, a Biblioteca Escolar está envolvida em diversos concursos e atividades levadas a cabo em parceria com a Biblioteca Municipal de Anadia e a Porto Editora.

Os alunos têm acolhido as iniciativas em bom número, em empenho e em respionsabilidade, o que muitíssimo nos apraz.

A Biblioteca Escolar está de portas abertas, sempre à espera de novas participações.

Eis os concursos/ atividades que se irão efetuar e de que há divulgação no placard da BE no átrio da Escola:

* 5º Semana dos Afetos
* Jogo SABER + em articulação com a BMA
* Concurso Cherub em colaboração com a Porto Editora
* Ler e Aprender em aritculação com a BMA
* Poesias nas Ruas de Anadia, também em colaboração com a BMA

Um pouco mais para a frente, ir-se-ão realizar a 2ª fase dos Concursos:

* 9ª Edição da Semana da Leitura do Plano Nacional de Leitura e Rede das Bibliotecas Escolares
* 2º Concurso Intermunicipal de Leitura a nível do Distrito de Aveiro

Estamos ainda a contar com a visita de dois ilustres escritores, a saber:

Ana Maria Magalhães
&
Álvaro Magalhães

A Biblioteca Escolar está sempre em ação....









A Exposição de José Luciano de Castro na Escola

Chegou ao fim a exposição sobre o insígne DR. José Luciano de Castro....

Foi com elevada honra que a recebemos na nossa Escola, tendo provocado interesse e atenção por parte dos alunos, docentes e Assistentes Operacionais.

Damos os parabéns pelo magnífico catálogo desta exposição que, aliás, foi bem cobiçado por muitos...

Ficamos a aguardar a próxima exposição, pois é com enorme prazer que colaboramos com a Biblioteca Municipal de Anadia/ Câmara Municipal de Anadia....







janeiro 27, 2015

Concurso Cherub na Biblioteca Escolar com o apoio da Porto Editora...



 Concurso de Leitura CHERUB
O Recruta
em articulação com a Porto Editora

na Biblioteca Escolar da EB nº 2 de Anadia
dia 19 de março, 5ª-feira, pelas 11h50
duração aproximada de 15 minutos

Sinopse
Os agentes da CHERUB têm todos menos de dezassete anos. Vestem calças de ganga e t-shirts e parecem crianças perfeitamente normais… mas não são.
Eles são profissionais treinados, enviados para missões de espionagem contra terroristas e traficantes de drogas temidos internacionalmente.
Mas, para efeitos oficiais, estas crianças NÃO EXISTEM.
James é o mais recente recruta da CHERUB. É brilhante a matemática e a CHERUB precisa dele. Esperam-no cem dias de recruta.
A aventura está a começar...



Robert Muchamore

Robert Muchamore é o autor infanto-juvenil da atualidade.

Robert Muchamore nasceu a 26 de dezembro de 1972, em Islington, Inglaterra. Trabalhou durante treze anos como detetive privado, mas abandonou a profissão para se dedicar à escrita a tempo inteiro. Costuma levar quatro a cinco meses a escrever um livro, sendo que dedica o primeiro à pesquisa e o segundo à planificação da história. Só depois escreve. Segundo o próprio, tentar escrever aquilo que gostaria de ter lido aos 13 anos de idade foi a principal razão para a criação da coleção CHERUB.

A Biblioteca Escolar congratula-se com a inscrição de uma dezena de alunos...
As  inscrições ainda continuam abertas....

Como desvendar os segredos escondidos nos anéis?!

“Árvores milenares: a história da irmandade dos anéis” é o temafascinante para quem gosta de árvores..
Sabia que, apesar de não falarem a língua dos humanos, as árvores podem dizer quantos anos têm? 
Se viveram em anos de cheias, de fogo, de sequia ou de pragas? 
E em que ano é que estes episódios aconteceram? 
Tudo isto através dos anéis! 
Os anéis das árvores..
A dendrocronologia é a ciência que estuda o crescimento dos anéis das árvores. 
Munidos de lupas binoculares, podemos desvendar os segredos escondidos nos anéis!









janeiro 25, 2015

Já pensando na Primavera....,.



Faltam aproximadamente 8 semanas para a Primavera....

Ainda a bela Tomar....

 Encantadores jardins ao longo do rio Nabão....no allto, castelo e convento rodeados de olaias em flor...
 Csatelo de Tomar que se deve a gualdim Pais, amigo do nosso Rei D. Afonso Henriques....
 A Charola de Tomar, uma belíssima construção redonda a lembrar o Santo Sepulcro em Jerusalém, onde os cavaleiros do Ordem do Hospital entravam montados nos seus respetivos cavalos antes de partirem para as cruzadas na Terra Santa....é uma obra prima, quer on exterior, quer no interior com frescos e pinturas até ao teto...
 Igreja de Santa Maria do Olival com torre sineira em frente....pensa-se estar aqui o túmulo do templário Gauldim Pais...
O Aqueduto de Pegões e os seus vários andares....

Belas imagens do Aqueduto de Pegões na cidade de Tomar, junto ao Convento de Cristo...

Cidade Partimónio da Humanidade, Tomar é uma cidade muito bela e riquíssima em História, Arte, Pintura e Escultura....
É um excelente e excecional ponto de partida para lições múltiplas com grande qualidade e diversidade....
Ficam aqui as imagens de um aqueduto histórico com vários quilómetros de comprimento que levava água à sede da Ordem de Cristo....